quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Para divulgar

Um amigo meu, tem um jipe Nissan Terrano II 2.7 TDI SE 7 Lugares em muito bom estado para vender. Quem quiser, pode ver aqui: http://www.standvirtual.com/index.php?op=show&id=p158687 mais pormenores e contactos.
Algumas fotos

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Um sinal dos tempos

Hoje passei o dia em Braga, numa reunião promovida pela CCP - Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, que reuniu à mesa, cerca de 100 Associações Empresariais, incluíndo a AEMarco.

No programa constava a presença do Secretário de Estado do Comercio, Serviços e Defesa do Consumidor, o Dr. Fernando Serrasqueiro. Quando ele usou da palavra, metade da sala saiu imediatamente, em sinal de protesto, até mesmo de alguma revolta, pelas últimas decisões do Sr. Secretário de Estado.... isto é, deste governo, nomeadamente na alteração à lei 12/2004, em que mais ou menos está previsto isto: acabar com a presença nas comissões, do elemento da Associação Empresarial (mais o elemento da Assembleia Municipal), e ainda na possibilidade de aprovar de uma forma discriminatória, os pedidos de licenciamento que derem entrada no Ministério da Economia. Posso traduzir, em mais ou menos, 2.000 novos Modelos, Mini-preços, 'Feiras Novas', ... , com consequências dramáticas para o já fragilizado sector do comércio.

O Sr. Secretário de Estado, mesmo com este 'incidente' continuou o seu discurso e foi embora. Após o intervalo, o programa continuou, novamente com a presença de todas as Associações, onde foi, entre outros aspectos, discutido naturalmente o que tinha acontecido da parte da manhã.

De uma forma em geral, foi notório o descontentamento com este governo, tendo inclusive alguns dirigentes, sobretudo os mais antigos, com muita experiência do Associativismo e convivência com muitos governos, que este é um dos mais 'arrogantes' após o 25 de Abril.

Se a lei for aprovada na generalidade, novas formas de luta e de protesto irão ser realizadas um pouco por todo o país, em defesa dos nossos associados, empresários locais.

Chuva regressa... finalmente.

A chuva, por vezes forte e acompanhada de trovoada, vai regressar na segunda-feira, continuando como aguaceiros ao longo da semana, segundo previsões avançadas hoje pelo Instituto de Meteorologia.
Uma boa noticia, sobretudo para os Bombeiros, quando ainha hoje à noite estavam a combater três frentes: em Soalhães, Paredes de Viadores e Penha Longa.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Confirmada a data do concerto com o PADRE BORGA


Já está confirmada a data. É no próximo dia 23 de Novembro, pelas 21h, no salão dos Bombeiros Voluntários, o concerto com o bem conhecido PADRE BORGA.

Este evento está enquadrado num conjunto de incitavas que se pretende dar mais dinâmica a esta Instituição, sempre dentro de um espírito de paz e de união.

Compareça e colabore com os Bombeiros Voluntários!!

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Concerto com o Padre Borga nos Bombeiros Voluntários


Após o Baile das Vindimas, estou a preparar outras iniciativas do género.

Desta vez, próxima da época natalícia, os Bombeiros Voluntários vão realizar um evento com o bem conhecido PADRE BORGA.

A data brevemente direi aqui.

Projectos em curso... a todo o vapor!

Estão já em marcha projectos que visam melhorar a prestação do serviço à população e a organização interna dos Bombeiros Voluntários do Marco de Canaveses

Além da Certificação de Qualidade, que já falei e que entendo ser um dos pontos fulcrais da nova dinâmica que quero dar a esta Instituição, uma vez que ao conseguir trará muitas vantagens para a própria Instituição, e principalmente na melhoria do serviço prestado a toda população do concelho; do Cybercafé; do retomar da Revista “Em Foco”;..., durante o corrente mês de Novembro, todos os Marcoenses vão receber em suas casas uma carta, descrevendo não só estes e outros projectos, acompanhada de uma proposta de adesão para Associado Efectivo, numa campanha de Angariação de Novos Associados, sob o tema “Fortalecer os Bombeiros” que tem como principal objectivo criar uma família cada vez mais numerosa de marcoenses amigos dos bombeiros.

Entretanto, reuni com o Presidente da Junta de Freguesia de Várzea do Douro, o Sr. José Oliveira, com o objectivo de avançar decididamente para a conclusão da secção de Várzea do Douro.
Ontem estive reunido com o executivo camarário. Apresentei o meu projecto, as iniciativas, ..., e palpita-me que ainda este ano teremos mais reuniões, sobre alguns pontos que não foram conclusivos.

Paralelamente, já fiz um contrato com a TMN de modo a reduzir cerca de 70% do custo mensal da rúbrica comunicação.

A Informatização Administrativa dos Serviços, é o próximo passo no imediato, com o fim de criar melhores condições, quer para os nossos colaboradores, quer para quem todos os dias necessitam dos Bombeiros.

Bem, ..., para já vou ficar por aqui..., neste post, claro!

Protocolo enter AHBVMC e a AEMarco


Como já dei conta neste espaço, foi assinado um protocolo entre a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários e a AEMarco.
Entendo que as empresas têm não só um papel económico na região onde estão inseridas, mas também, um papel social extremamente importante.

Este protocolo consiste, no essencial, em disponibilizar aos Associados, Pessoas Singulares ou Colectivas, da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Marco de Canaveses, em condições semelhantes, apoio técnico de alguns serviços disponíveis da AEMarco, nomeadamente, o apoio Jurídico, Administrativo e Fiscal (apoio e informação no preenchimento de determinados documentos no âmbito da Segurança Social, como o preenchimento do abono de família; maternidade/paternidade; desemprego; mudança de residência; pensões/reforma, …, e no preenchimento de declarações fiscais -IRS) e UNIVA.
Este ultimo, consiste na inserção de jovens e não jovens no mercado de trabalho. Se está desempregado, procura o primeiro emprego ou orientação vocacional, este serviço poderá ser a solução que muitas pessoas, que hoje infelizmente, procuram: uma oportunidade de inserção na vida activa.

Da parte da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários descontos nos seus serviços praticados.
Para as empresas associadas da AEMarco usufruírem destas condições mais favoráveis, terão apenas de serem associadas dos Bombeiros Voluntários.
No site e na próxima edição do Jornal da AEMarco, todos os Associados vão ter conhecimento em pormenor deste protocolo e como poderão aderir.
Só com o contributo de todos, dentro de um espírito de união, poderemos fazer 'coisas muito bonitas' pelos Bombeiros do Marco!

domingo, 28 de outubro de 2007

Recuperar a Tradição

Há muito tempo que não se via o salão dos Bombeiros com tanta alegria, animação e com a aquela moldura humana, como a registada ontem no Baile das Vindimas.
Foi notório o saudável convívio entre a 'família Bombeiros' -associados, não associados, amigos, os próprios elementos do corpo activo....

Já o fiz ontem, mas quero voltar a faze-lo aqui: agradecer os voluntários que estiveram de serviço de apoio ao Baile, bem como as pessoas de serviço no Bar, que foram incansavéis.
Só com união e este espirito de equipa, poderemos 'levantar a moral' desta Instituição.

Outras iniciativas semelhantes serão apresentadas em breve, bem como alguns projectos sonantes (já por mim anunciados).

Algumas fotos para recordar.






sábado, 13 de outubro de 2007

Notas bombeiros (4)_Baile das Vindimas

... e neste espírito de união, por vezes de forma divertida também podemos contribuir e ajudar.

É este o sentido do Baile das Vindimas, marcado para o próximo dia 27, pelas 21h30 no salão dos Bombeiros, com o grupo musical DIAPASÃO.

As receitas deste baile revertem naturalmente para esta Instituição, e pretende-se acima de tudo, que seja um saudável convívio entre a 'família Bombeiros' -associados, amigos, e a própria corporação (desde que não estejam de serviço, ok?).

Notas bombeiros (3)

Ontem, na reunião de Direcção da AEMarco foi proposto e aprovado por unanimidade uma parceria/protocolo entre a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Marco de Canaveses e a AEMarco.
Sem querer neste momento entrar em pormenores de tal protocolo, deixo apenas o sentido deste: as empresas têm não só um papel económico na região onde estão inseridas, mas também -e não menos importante, embora por vezes alguns empresários se esqueçam- um papel social extremamente importante.

Outro projecto em curso é a campanha de Associado 'Fortalecer os Bombeiros', para que cada vez mais as pessoas se apercebam e se envolvam com os bombeiros, porque todos nós um dia, mais tarde ou mais cedo, precisamos dos 'Homens da Paz' e estes merecem o nosso carinho e amizade.

Notas bombeiros (2)

Com muita vontade em ajudar esta Associação -pelos menos até ao fim do ano- muitas ideias estão a ser desenvolvidas quase em simultâneo.

Sem nunca esquecer na 'união entre todos os elementos desta corporação', que trará consequentemente mais tranquilidade e paz (referi isto vezes sem conta em todas as reuniões), dei posse aos novos membros do corpo activo: 2º comandante e adjunto de comando, na passada Quinta-feira.
Falta nomear mais um adjunto, e quero faze-lo até Dezembro.
Com o objectivo da 'casa ficar arrumada' de forma a poder lançar os projectos que entendo serem fulcrais para o futuro desta Instituição.

Notas bombeiros (1)

Como já referi aqui, os Bombeiros Voluntários precisam, antes de qualquer projecto, de tranquilidade, união, e principalmente, colaboração de todos.

De facto já tinha a certeza disto, e com mais certeza fiquei da observação das reuniões que tive com o comando, com as chefias, com os bombeiros de 2ª, 3ª classes, auxiliares, assalariados..., enfim, têm sido uma intensa procura da minha parte em me inteirar -agora nesta minha nova missão, do 'dossier Bombeiros', de uma forma mais profunda.

Senti também que tem havido pouca comunicação, o que originou por vezes desentendimentos/'maus entendidos' de consequências graves.

Fim da primeira ronda de reuniões, deixei uma mensagem de optimismo, confiança, e relatei as minhas prioridades para esta Instituição, que julgo que foram bem recebidas por todos eles.

Dentro em breve saberei...

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Empresa ganha mais desenvolvendo culturas do que reduzindo custos_é o que eu acho

Devido à crise e ao aumento de competitividade da maioria dos mercados, muitas empresas estão fazendo gato e sapato para se manterem ou passarem a ser lucrativas. Geralmente, quando isto acontece, a organização entra na "paranóia da sobrevivência" que, em poucas palavras, significa baixar custos e despesas. Não que o foco em querer maximizar recursos não seja muito importante, mas quando isto se torna a máxima da empresa, seu futuro certamente sairá prejudicado.

Uma pessoa menos experiente perguntaria: "Por que focar no corte de custos e despesas? Não poderíamos aumentar as vendas para conseguir melhores resultados?".
No entanto, esta quase nunca é a alternativa dos gestores encarregados de balancear as contas. E por que não?
Somos ensinados durante toda a nossa carreira educacional a ter um controlo e uma certeza naquilo que estamos fazendo. Passamos por provas onde apenas uma resposta é a certa. Somos extensivamente treinados para diferenciar o correcto do errado, para responder a perguntas rapidamente e de acordo com o material estudado, a percorrer um "caminho certo", como se existisse um caminho certo e ele fosse o mesmo para todos. Nossa vida está longe de ser simplesmente dividida como uma prova de avaliação, em respostas correctas e incorrectas. Não estou querendo dizer que está tudo errado com o nosso sistema de ensino, apenas dizendo que ele nos prepara apenas para a parte da vida que podemos "controlar".

Então, como as pessoas são bem intencionadas, experts em controlar e trazer previsibilidade às nossas empresas, elas preferem trilhar o caminho do óbvio que é cortar, ou controlar, custos e despesas. Ora, o ponto delicado desta iniciativa de corte de custos e despesas é o fato de que, com o tempo, este processo acaba com a empresa. Corta-se tanto, e muitas vezes de forma tão indiscriminada, que perde-se a vantagem competitiva. Será que é viável pensar de forma diferente? Que outras saídas temos?

Não tenho dúvidas de que uma das soluções pode estar no facto de as pessoas começarem a questionar outras possibilidades. Geralmente não nos dão tempo ou não nos permitem pensar de forma diferente, manter uma questão em aberto, sem resposta imediata, pois fomos ensinados para responder de pronto e rapidamente a perguntas tais como: Quanto é 2 + 2? Qual é a capital do Brasil? Qual o rio que passa na cidade x? Não foi assim que fomos "educados"?

A forma de aprendizado que possibilita que possamos pensar o impensável não está contida neste contexto de respostas rápidas, e certas e erradas, para perguntas fechadas. Só que nosso mundo e nossas empresas estão nos colocando questões abertas que não conseguimos responder com este tipo de raciocínio. Faz-se necessária uma outra colocação, uma outra atitude frente aos desafios deste novo século. Precisamos de uma mudança cultural que nos permita realmente trabalhar em "parceria" tanto internamente na empresa, como externamente com clientes, fornecedores e a sociedade como um todo.

O que é mais fácil: reduzir custos e despesas ou criar uma nova cultura voltada à inovação de produtos, mercados, formação e formas de trabalhar? No curto prazo, a resposta seria: reduzir custos. Mas com o passar do tempo, manter uma empresa sob o contexto do controlar e da previsibilidade se torna cada vez mais difícil, pois como a teoria de sistemas nos ensina, há que se ter muita energia para manter um sistema em equilíbrio. Logo, é mais fácil e menos desgastante criar na empresa uma nova cultura voltada à inovação e à produção de resultados generosos do que o controlo absoluto. De forma poética, eu diria: "a inovação é de nossa natureza". Na procura de melhores resultados, não conheço forma melhor do que alinhar os pensamentos dos gestores voltados a controlar e a trazer previsibilidade aos processos gerenciais, com os dos inovadores e interessados em criar futuros que terão de ser inventados e implementados. Para isto, é necessária a criação de uma cultura que aceite, valorize, tolere e, de preferência, convide a diversidade que todos trazemos a ser expressa, para que contribua na criação do futuro da empresa.

Nos meus (ainda jovens) anos de experiência profissional, ficou claro que o que mais queremos é estabelecer uma diferença, ou melhor ainda, ter a percepção que fazemos uma diferença com o nosso trabalho. Quando se consegue criar o espaço em que temos a percepção de estar fazendo a diferença, estamos garantindo o sucesso da empresa e fazendo com que ela passe a ser inovadora e líder, deixando os mercados pouco lucrativos para aquelas que se recusam ou não sabem que podem mudar.